17/05/2013
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Bancos aderem a programa de viagens para idosos

com informações Paraná Shop

Idosos, aposentados e pensionistas que queiram viajar pelo Brasil poderão contar com condições diferenciadas de crédito. A Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil anunciaram nesta quarta-feira (15) sua adesão ao Viaja Mais Melhor Idade, uma iniciativa do Ministério do Turismo para estimular as viagens desse público, em especial na baixa estação.

O compromisso foi anunciado numa reunião em Brasília (DF) com autoridades do MTur e cerca de 20 representantes de algumas das principais empresas e associações do trade turístico.

O Viaja Mais Melhor Idade, que deverá ser lançado nas próximas semanas, visa concentrar ofertas de produtos e serviços turísticos com descontos e vantagens exclusivas para aposentados, pensionistas e maiores de 60 anos. É a segunda edição do programa criado pelo MTur para estimular o turismo doméstico no Brasil e aumentar a taxa de ocupação em aviões, ônibus e meios de hospedagem, ao facilitar o acesso ao turismo de uma parcela crescente da população brasileira. “Atualmente são mais de 20 milhões de pessoas acima de 60 anos. Elas detêm 20% do poder de compra atualmente, enquanto em 1990 detinham 5%”, afirmou Wilken Souto, coordenador geral de Segmentação do Ministério do Turismo.

O encontro desta quarta-feira teve o objetivo de sensibilizar as empresas para o programa. Durante a reunião, o diretor de marketing da CVC, Fábio Godinho, anunciou que a empresa pretende aderir ao Viaja Mais com cerca de 30 ofertas exclusivas. Representantes de associações de hotéis, resorts e cruzeiros marítimos demonstraram empolgação com a retomada do programa.

O BB e a Caixa apresentaram produtos que já possuem para idosos e para o turismo, assim como de crédito direto ao consumidor, e afirmaram, ao anunciar a adesão ao programa, que poderão melhorar as condições de financiamento para os idosos. “Temos muito a colaborar nesse segmento”, disse José Antônio Sousa, da Caixa.

O secretário de Políticas de Turismo do MTur, Vinícius Lummertz, que coordenou a reunião, afirmou que o programa é uma questão de interesse nacional. “Inequivocamente, se trabalharmos bem aqui, nós receberemos apoio”, disse. “Há um déficit na balança de pagamentos e nós somos parte da solução. Os bancos compreenderam isso”.

 
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