06/01/2013
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Água e cerveja chegam a custar o dobro de uma praia para outra

G1

 

Quanto é preciso pagar para tomar uma água de coco no litoral brasileiro durante a alta temporada? Depende da região do país onde estiver o banhista.
 
Se for em João Pessoa, na Praia de Cabo Branco, por exemplo, uma nota de R$ 2 é suficiente. Já quem estiver em Copacabana, no Rio, vai ter que gastar o triplo: lá o coco é vendido por R$ 6 – o mesmo preço cobrado em algumas praias do litoral paulista, como Pitangueiras (no Guarujá) e Curral (em Ilhabela) e também em Capão da Canoa, no Rio Grande do Sul.

Os valores foram pesquisados entre os dias 27 de dezembro de 2012 e 2 de janeiro deste ano.

Se o preço da água de coco pode triplicar de uma praia para a outra, ele pode ser até o dobro no caso de outros três itens (cerveja, água mineral e picolé de frutas).
 
Uma lata de 350 ml de cerveja, de marcas como Brahma, Skol e Antarctica, custa R$ 2,50 na Paraíba, por exemplo, e R$ 3 em outras praias do Nordeste como Boa Viagem (em Recife) e Ponta Negra (em Natal). Já na praia do Curral, em Ilhabela, o preço médio é de R$ 5.
 
A garrafa de água mineral de 500 ml, que custa R$ 2 em praias como Atalaia, em Aracaju, e São Marcos, em São Luís, é vendida por R$ 4 em Caraguatatuba (SP), na praia Martim de Sá.
 
Já um picolé de fruta de marcas amplamente vendidas em território nacional, como Kibon ou Nestlé, pode custar de R$ 2 (praia de Atalaia, em Aracaju) a R$ 4 (Guaratuba, no Paraná).
 
A comparação dos valores mostra que, em geral, as praias mais ao norte do Brasil são as que têm os menores preços. Nos lugares pesquisados no Espírito Santo e em todos os estados do Nordeste, por exemplo, o coco era vendido por, no máximo, R$ 3. Já nas praias de São Paulo, Rio de Janeiro e da Região Sul do país ele não sai por menos de R$ 4.
 
Cadeira e guarda-sol

Os gastos com cadeira e guarda-sol também variam muito ao longo do litoral brasileiro. Em algumas praias elas são oferecidas gratuitamente para aqueles que consumirem em determinada barraca. É o caso da praia de Pitangueiras, no Guarujá, e de duas outras no Espírito Santo: Ilha do Boi, em Vitória, e Itapoã, em Vila Velha.

Quando é cobrado um aluguel por esses dois itens, o preço varia muito. Em Ponta Verde, Pajuçara e Jatiúca, praias que ficam em Maceió, uma cadeira custa R$ 2,50 e um guarda-sol, R$ 3. É um valor parecido ao que se paga em Porto da Barra, em Salvador, onde alugar uma cadeira custa de R$ 2 a R$ 3 e um guarda-sol, R$ 3.
 
Já no Pontal do Paraná a cadeira custa de R$ 5 a R$ 10 e o guarda-sol, R$ 10. Em Capão da Canoa (RS), a cadeira comum sai por R$ 5 e a que reclina, por R$ 10. Nesta praia, alugar um guarda-sol pode sair por até R$ 20, dependendo do tamanho.
 
A sombra também não sai barata em Copacabana e na Praia dos Ingleses, em Florianópolis, onde alugar um guarda-sol e uma cadeira sai por R$ 13 e R$ 12, respectivamente.
 
O estacionamento é outro gasto extra que os frequentadores das praias devem levar em conta em alguns lugares. Na Praia do Futuro, em Fortaleza, por exemplo, quem não quiser deixar o carro na rua com o flanelinha precisa desembolsar R$ 10 por hora em estacionamentos privados.
 
Na Praia de Pitangueiras, no Guarujá, esse mesmo serviço sai por R$ 20 a diária.

O preço do estacionamento rotativo também varia: é bem mais barato em Porto da Barra, em Salvador (R$ 3), do que em Ponta Negra, em Natal (R$ 10).

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