16/10/2013
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Corrida na terceira idade

Portal 30tododia

 

Com o passar dos anos, as capacidades gerais do organismo vão diminuindo, num processo natural chamado de envelhecimento. Todo o ser humano é submetido a essas perdas, que vão da diminuição dos sentidos como olfato e visão, a perda das valências físicas.

No que diz respeito a o sistema cardiovascular, a partir dos trinta anos há uma perda de 10% por década da capacidade de consumo de oxigênio, sendo que aos setenta e cinco anos está capacidade está reduzida a metade, quando comparada com a capacidade que se tinha aos trinta anos.

A hipercifose torácica e a ossificação das costelas no externo diminuem mecanicamente a capacidade de expansão do tórax, ocorrendo também uma redução da força dos músculos acessórios da ventilação.

O pulmão perde a sua complacência (elasticidade). Há uma redução das mitocôndrias, que são células responsáveis pelo o transporte de O² e CO² e o coração perde a sua capacidade de lançar sangue para os tecidos, acarretando numa menor capacidade de frequência cardíaca em esforço.

A partir destes dados fica evidente a importância da atividade aeróbia, em especial a corrida na redução das  perdas destas aptidões, fazendo com que o corredor tenha uma idade biológica (que aparenta) muito inferior a idade cronológica.

Após avaliação médica e física o corredor numa faixa etária acima de sessenta anos, deve investir no treinamento voltado para a melhoria da saúde, com um volume de no máximo quatro vezes na semana e com intensidade de esforço moderada, ficando em torno de 50% a no máximo de 70% da sua frequência cardíaca máxima.

 
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