08/01/2014
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Má nutrição de idosos durante o verão pode agravar problemas do envelhecimento

Textual Comunicação

Com o envelhecimento, ocorrem mudanças na composição corporal. Há um aumento na gordura corporal total, diminuição de massa magra e da hidratação.

Estudos norte-americanos mostram que já a partir dos 40 anos de idade as pessoas perdem cerca de 8% da massa muscular a cada década.1-4 Se houver redução no consumo de alimentos e na atividade física, esses fatores levarão a uma velhice frágil.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que mais de 3 milhões de pessoas com 60 anos ou mais moram sozinhos. Ainda de acordo com o IBGE, de 2001 a 2011, aumentou 35,6% o número de pessoas que moram sozinhas no Brasil.

O fato de morar sozinho pode contribuir para o descuido com a alimentação. "Em geral, o idoso se contenta com um lanche leve, que nem sempre sacia todas as suas necessidades alimentares”, ressalta Ricardo Rosenfeld, Diretor Médico da Divisão Nutricional da Abbott no Brasil.

Em muitos casos há falta de apetite e a saúde bucal está prejudicada, o que impede o idoso de deglutir alimentos mais sólidos. “A diminuição na ingestão alimentar que ocorre naturalmente, conforme envelhecemos, pode levar o idoso ao risco nutricional”, conclui.

É importante lembrar que a atividade física também deve ser mantida. Isso não significa que é necessário frequentar uma academia. Atividades simples como caminhar, cuidar do jardim, passear com um animal de estimação já são formas de manter-se ativo. Uma nutrição equilibrada e variada, além da prática de atividade física, devem ser realizadas sempre.

Será que este não é o caso do seu avô ou avó? Eles moram sozinhos? Será que se alimentam bem? O melhor “presente” que um neto ou neta podem dar aos avós é prestar atenção em suas necessidades, já que muitos não interpretam a má qualidade da alimentação como um problema.

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