06/11/2012
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Incentivar jovens a cuidar da poupança é um conselho moderno

Existem muitas facilidades hoje em dia como, por exemplo, conseguir crédito para investimentos ou pagamento de dívidas. Talvez, essas oportunidades sejam ampliadas conforme o desenvolvimento social e econômico do Brasil, mas a experiência revela que a poupança, aquela que não amarra juros ou vencimentos, alimentada mensalmente ou anualmente, pode trazer benefícios ímpares para a economia pessoal e social. E se você é um pai ou avô que costuma dar conselhos e indicar o caminho correto aos menos experientes, não se esqueça de incentivar os jovens a cuidar da poupança, da mesma maneira como você deve ter feito durante a vida.

Além de ser um conselho moderno, as crianças e jovens precisam aprender a cuidar melhor do dinheiro. A expectativa no Brasil, que está baseada na escala demográfica, revela que a educação financeira da população precisa ser melhorada significativamente em até 15 anos – prazo que o país possui para preparar as novas gerações que, em 2050 terão em média 40 anos, e que deverão garantir o sustento de uma população cada vez mais experiente.

Nem os adultos de amanhã bem preparados e qualificados deverão dar conta da fatura a ser paga. "Eles terão que ser supertrabalhadores", resume a professora do Instituto Insper, Regina Madalozzo. Segundo ela, esse novo padrão de vida que a população está experimentando nos últimos anos não é sustentável no longo prazo.

O Portal Vida 10 quer saber: Como você, aposentado, construiu a sua poupança? Quais são os seus conselhos para que os jovens aprendam a poupar?

As consequências para quem não aprender a lidar com os desafios atuais da economia são gigantes, se comparado às proporções antigas. Para fazer frente às dificuldades futuras que vêm com o envelhecimento da população, as famílias devem se preparar desde já, reforçando a poupança, que não se traduz apenas no acúmulo de dinheiro para complementar aposentadoria, mas principalmente em investimentos na saúde, educação e qualificação dos filhos. Apontam os professores José Eustáquio Diniz, do IBGE, e Fernando Botelho, da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) da Universidade de São Paulo (USP).

E neste aspecto, a experiência é fundamental. O incentivo e os ensinamentos aos filhos e netos podem tornar menos difícil a adaptação dos jovens neste novo mundo.
 

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