30/09/2013
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Dez anos depois, Estatuto do Idoso ainda engatinha

Folha de S. Paulo

O Estatuto do Idoso, que completa dez anos na terça, ainda é uma criança que esperneia para ser ouvida e ganhar a atenção da sociedade.

A avaliação é de protagonistas da aplicação do documento em setores como o Judiciário, o Legislativo, entidades não governamentais e representativas do grupo.

O senador Paulo Paim (PT-RS), autor do projeto de lei que se transformou no estatuto, diz que o documento “vem cumprindo seu papel”, mas declara que a necessidade de avanços “é inegável”.

“O estatuto foi uma grande conquista do povo brasileiro e muitos de seus aspectos têm sido aplicados. Milhões  de idosos carentes passaram a receber um benefício social, nos transportes há a gratuidade e a prioridade existe em diversos setores.”

Paim acredita, porém, que falta uma “reeducação da sociedade” para olhar com “mais carinho” para os idosos e também uma valorização no aspecto financeiro.

“Uma grande lacuna deixada pelo estatuto e que é causa da maioria das reclamações que recebo é a diminuição dos recursos que recebem os idosos com pensões e aposentadorias. Os salários dos mais velhos aumentam praticamente a metade do que cresce o salário mínimo.”

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